O livro Cultura da Interface trata de forma bastante argumentativa e precisa as alterações, o desenvolvimento ocorrido nos computadores, abordando diversos aspectos.
Dentre suas análises e observações, uma das coisas mais interessantes a perceber é que o computador, a partir de alguns aspectos, como a própria invenção do mouse, por Engelbart, possibilita uma manipulação direta dos componentes virtuais do computador. Algo muito interessante, devido a seu dinamismo, pois ao invés de dizer ao computador o que fazer, nós mesmos podemos executar as tarefas, clicando em ícones e arrastando-os pela tela. Esse dinamismo inovador faz com que o computador torne-se não apenas uma máquina, uma ferramenta de manuseio, mas sim um novo universo de interações onde seríamos introjetados. Inclusive isso vem a questionar o sentido da palavra computador, que agora é algo muito além de máquina de trabalha através de execuções de cálculos.

